31 de agosto de 2015

RESENHA: Quero Ser Seu - Bella Andre (Os Sullivans #6)

Quero Ser Seu - Bella Andre


Adorei. Esse teve uma pegada mais leve e descontraída. O tipo de livro que te faz sorrir, suspirar e até rir enquanto as páginas passam. Durante o prólogo me senti em um daqueles filmes da Disney onde a esquisita conquista o mais popular da escola. E não me importaria se fosse mais longo.

Ryan e sua personalidade passaram a ser meu segundo Sullivan favorito. Só perdendo para Gabe mesmo. Será que alguém o supera? Vicki por sua vez foi uma mocinha que eu torci de verdade, mas só mais pra frente. No início ela me pareceu meio fútil. Cresceu durante os capítulos.

A história: O jeito que ele sai correndo para salvá-la me preocupou, mas quando ele chega lá e é todo cheio de graça, piadista e descontraído ao mesmo tempo que mostra firmeza e determinação me conquistaram. Afinal, quem não quer um melhor amigo desses? 

Achei engraçado pois é o segundo livro da semana com a temática amigos que se apaixonam. Mas com uma pegada bem diferente, Os problemas de Ryan e Vicki são momentâneos e relativamente fáceis de serem resolvidos ao contrário dos de Alex e Rosie.

Outro fator que me agradou foi o fato de que eles já eram apaixonados um pelo outro, não foi algo do nada e portanto ele pedir ela em casamento (de verdade) não foi forçado. Pareceu natural e arrisco dizer que ficaria chateada se não acontecesse.

O fato de ela achar força nele mas sem se tornar dependente também foi ótimo. Gosto disso, pois você precisar do outro para levantar de um outro tombo na vida tudo bem, mas aí a precisar do outro como se fosse um par de muletas não é legal. Ser companheiro é sexy. não ser provedor e/ou dono.

Os irmãos. Eles aparecem menos nesse. Só notei um pouco mais de Lori e Smith. Lori é doidinha. Ela merece um cara super centrado e intelectual para contrastar. Seria interessante, O par de Smith, que é citado no último capítulo, bem, não sei. Não me empolgou. Uma guarda-costas? Minha imaginação falhou em tentar visualizar isso.


28 de agosto de 2015

RESENHA: Simplesmente Acontece - Cecilia Ahern

Simplesmente Acontece - Cecilia Ahern

Impactante. Esse livro foi assim para mim. Achei que seria apenas mais uma história de amor que tem desencontros até o casal se unir mas foi muito mais que isso.

A maneira como conhecemos os personagens apenas por cartas, bilhetes, sms, mensagens instantâneas e-mails e coisas parecidas faz tudo ser mais interessante e real. Por mais de uma vez parecia que as mensagens eram para mim,

Acompanhamos essa amizade entre Rosie e Alex desde seu inicio através de bilhetinhos em sala de aula e o impacto dessa amizade nos familiares e amigos. Achei fenomenal como a autora nos leva sem perceber ao longo dos anos. É tudo muito natural. 

Refleti muito durante a leitura. Ahern nos mostra coisas do cotidiano que poderiam ser do meu ou do seu. Como quantas coisas deixamos de fazer ou dizer que mudam completamente o rumo das coisas; Ou então como o medo de sermos verdadeiros conosco e com nossos sentimentos podem nos tirar chances de felicidade. Arriscar às vezes é preciso. 

São 448 repletas de vida. Acompanhar quase 50 anos da vida de uma personagem e de todos a sua volta é incrível e desconcertante ao mesmo tempo. Queria entrar nas páginas e dizer para Rosie fazer isso ou aquilo. Gostaria de ter alguém para me dizer para fazer isso ou aquilo também.

Eu torci até o final. Mesmo com todas as bolas foras de Alex e da própria Rosie, torci por eles. Torci pelos personagens todos. Fiquei feliz pela Katie, por Toby, por Ruby, pelos divorciados do chat! Enquanto eu lia é como se eu fosse um deles. 

São tantos os quotes que guardei que não tem espaço para colocá-los aqui. Achei que fosse um livro para meninas, que seria uma história sobre adolescentes e que terminaria antes de eles chegarem aos 30. Mas não. É um livro para qualquer gênero e qualquer idade. É um livro que ajuda sem ser autoajuda. Li o ebook, quero o físico. 



27 de agosto de 2015

RESENHA: Para Onde Ela Foi - Gayle Forman

 Para Onde Ela Foi - Gayle Forman

Inesperado. Eu imaginava um começo meio e fim totalmente diferentes para esse livro. No início da narrativa fiquei preocupada que fosse me decepcionar e que as decisões da autora fossem totalmente adversas ao que eu imaginava.

As idas e vindas por conta dos flashbacks continuam. Esse é um dos aspectos que mais me agradaram no primeiro portanto foi bom tê-los aqui. Tinha ficado meio cética por conta do pulo temporal que há no início, mas tudo se acerta e é explicado.

De cara vemos um Adam mais velho e revoltado com a vida e nenhum sinal de Mia. Isso me irritou um pouco e cheguei a duvidar se teríamos mais interações entre os dois ou alguma explicação sobre o que acontece depois que ela acorda. 

Senti falta de Kim. Ela aparece nas lembranças de Adam, mas não tanto quanto eu gostaria. Mia aparece e aos poucos descobrimos como foi a vida dela nesse lapso de tempo entre o acidente e o sucesso da banda de Adam. Confesso que por um tempo achei que eles não iam ficar juntos, ou que mais alguma tragédia iria acontecer.

Ele acaba se mostrando não ser o grande babaca que aparentava no início, as explicações para o porque de ele não saber dela até 2 anos depois do acidente são apresentadas. Me convenceram, mas sei que muitas pessoas devem ter ficado bem incomodadas com as ações de Mia, e até de Adam. Por isso acho que faltou mais Kim nesse livro.

Uma das coisas que mais gostei foram os trechos das músicas do álbum que a banda de Adam lançou: "Collateral Damage". Me deram uma impressão de que a banda cresceu mesmo e não é mais feita de adolescentes. Adam tem 21 e Mia 19. Mesmo estando separado da banda durante grande parte do enredo, eles aparecem com uma certa frequência nas memórias. 

Gostei muito do final, mas não o suficiente para ser um livro fantástico como o primeiro. É bom, mas não tão incrível. O que é uma pena, já que Adam é um ótimo personagem.

25 de agosto de 2015

RESENHA: Se Eu Ficar - Gayle Forman

Desafio Loucas por Livros e Esmaltes - Pôster e Drama + Rosa

Se Eu Ficar - Gayle Forman

Escolhi esse sem querer por causa da capa ser a mesma do filme e por ser um drama. Demorei quase o mês inteiro para decidir o livro dessa vez e mais algumas semanas de antes para resolver o esmalte. Rosa não é exatamente uma cor que figura minha caixinha. Tive que comprar.

O livro: Inesperado. Não podia nem sonhar que seria tão bom quanto foi. Uma história relativamente simples e 'cotidiana' mas com um enfoque incrível e uma escrita maravilhosa. Gayle Forman tem tudo para me ter como fã. Quero ler os outros.

Mia é uma personagem aparentemente demasiado normal. Mas está longe disso. É dicotomia pura, o que  acaba sendo engraçado pois ela e sua amiga Kim dividem tudo em pares. As pessoas são ou uma ou outra coisa sem exceção.

Adam eu achava que seria um esnobe. Mas não. É o famoso 'não julgue o livro pela capa' ou no caso, pelas roupas e primeiras impressões. Ao saber que o segundo livro é do ponto de vista dele fiquei bem contente pois ele me fez chorar no final.

Aliás esse livro todo é uma montanha-russa de emoções. Eu ri, eu sorri, eu suspirei, tive dúvidas, fiquei triste, chorei de soluçar. São 224 páginas de puro sentimento humano. Os flashbacks são ótimos, os personagens coadjuvantes são tão interessantes e ricos como o casal principal e tudo se encaixa.

É um belo exemplo de como nada é garantido e tudo pode mudar num piscar de olhos. Devemos dizer o que sentimos sem medo, fazer o que queremos e o que achamos ser certo. Família não é feita só de parentes de sangue mas daqueles que escolhemos para fazer parte da nossa vida.

No fim do livro há as entrevistas que a autora fez com os atores que interpretam Mia e Adam no filme. É fantástico. Vou assistir ainda, mas me apaixonei ainda mais pelos personagens depois de ler como foi, para esses dois, fazer esse filme. Ao que tudo indica, a montanha-russa de emoções também fez parte do dia-a-dia deles durante as gravações. 

Esse é daqueles livros que ficam com a gente mesmo depois de a leitura terminar e fecharmos o livro.


24 de agosto de 2015

RESENHA: Amante da Fantasia - Sherrilyn Kenyon (The Entire Dark-Hunterverse #1)


DESAFIO LITERÁRIO DO SKOOB
Mitologia e Folclore - 08/12

Amante da Fantasia - Sherrilyn Kenyon

Diferente. No início me senti incomodada, parecia que ia ser mais um livro onde sexo predomina e nada mais acontece. Sem contar a capa que traz um cara de corpo relativamente mediano e cabelos escuros e nosso protagonista é louro e com um corpo a la Arnold Schwarzenegger na era fisioculturista. Só fluiu quando resolvi imaginá-lo do meu jeito.

Adorei a maneira como a autora trabalhou a mitologia grega de maneira bem convincente e agradável. Os personagens mitológicos vão entrando na história de forma natural. 

Julian da Macedônia e Grace Alexander formam um casal improvável mas que funciona devido suas personalidades e pontos fortes e fracos que se complementam. A única coisa que ambos tem em comum é que tem medo de não acharem o amor e de sempre serem usados.

O cenário ajuda. Nova Orleans é o lugar perfeito (dentro dos EUA) para ambientar uma história tão cheia de magia. Maldições, encantos, sacerdotisas e porque não deuses. Entre os personagens coadjuvantes gostei muito de Selena, a amiga de Grace e de Kyrian da Trácia, que aparece através da memória de Julian. Eros também é divertido.

Julian é filho de Afrodite com um mortal, o que explica o motivo de as mulheres gravitarem em torno dele sem nem entenderem o motivo. Grace é uma terapeuta sexual com problemas de autoestima graves. Eu quase fiquei com pena de Julian, mas ao ler sobre como ele chegou a ser amaldiçoado, a pena foi embora. Uma bela alegoria de como somos responsáveis por nossos atos e da reação em cadeia que a vingança gera.

Minha parte preferida é o final. Todos os acontecimentos que levam à quebra da maldição, as aparições de Afrodite e Atena (com diálogos hilários) e prólogo fofo garantiram que eu não conseguisse tirar os olhos das páginas até terminar. Foi bom o suficiente para me fazer querer ler mais da autora.

22 de agosto de 2015

RESENHA: Se você fosse minha - Bella Andre (Os Sullivans #5)

Se você fosse minha - Bella Andre


Fofo. Mas previsível. A leitura desse foi mais arrastada que a dos anteriores da série. Acho que esperava muito de Zach, pois apesar de ele ser encantador eu não suspirei tanto por ele e a Heather não foi o tipo de 'mocinha' que me faz torcer para o casal ficar junto.

O motivo de ela não querer se envolver emocionalmente é fútil. Papai traiu mamãe a vida toda e mesmo assim mamãe fica com ele e finge que não sabe. Garota, acorda, você não é a única a se deparar com essa verdade ao chegar na adolescência. Você não é especial assim. 

Já os motivos de Zach são mais convincentes. Ser comparado ao pai por toda a vida realmente deve deixar qualquer um confuso, e o fato de ele arriscar a vida em corridas de carros (Sexy!) contribui para ele achar que vai morrer cedo. É dramático mas faz sentido.

De novo Bella Andre nos brinda com amor eterno em tempo recorde. Melhor que Chloe e Chase(2 dias) mas ainda sim rápido demais para meu gosto. 2 semanas é muito pouco tempo para que todos os medos de ambos caiam por terra e eles se joguem sem medo nessa incerteza que é amar. Por mais irresistível que um aparente ser frente ao outro. 

Aliás, por que motivo eu continuo lendo esses romances se eu já sei que vou ficar p da vida com essas trocas de juras de amor eterno em tempo relâmpago? Acho que isso é assunto para tratar na terapia. Pois definitivamente não é normal. 

Ternurinha e Atlas realmente roubam a cena. As interações entre os dois personagens caninos fazem a leitura valer a pena. Ainda mais que eu conseguia visualizar esse homem enorme com um filhote de york nos braços. Eu tinha achado forçado e até mesmo incoerente que de todos os irmãos, Gabe deixasse com Zach a filhote, mas quando no final ele percebe que tudo foi um truque meu amor por essa família só cresceu. 

E o prólogo me deixou felizinha. Ver que o próximo casal já se conhecia antes me deixou otimista. Reavivar sentimentos me parece muito mais convincentes que quando eles surgem do nada. Ryan... me surpreenda. Já que Gabe continua sendo meu preferido.

21 de agosto de 2015

RESENHA: Prova de Fogo - James Dashner (Maze Runner #2)

Prova de Fogo - James Dashner

Fenomenal. Bem melhor que o primeiro. Cheio de reviravoltas e surpresas. Novos personagens de peso. A princípio não achei que seria possível. Quase desisti de continuar a série por conta da falta de nexo em alguns aspectos do primeiro, mas como o filme já está quase estreando resolvi dar uma chance. Com certeza um exemplo de continuação melhor que o primeiro volume.

Fiquei curiosa para conhecer um pouco melhor as meninas do grupo B. Tomara que no terceiro o autor tenha explorado um pouco mais essas meninas. Minho e Newt sobreviveram então eu fico feliz. Gosto mais deles que de Thomas. Me julguem.

Prefiro o Thomas do filme. Teresa já deu, pode morrer, não faz falta, Brenda fica melhor com ele. Jorge, tem um Jorge que morreu no labirinto, só eu acho que seria ótimo se fosse esse mesmo cara e que na verdade ele foi recolhido ao ficar no labirinto à noite e não morto? 

São tantas possibilidades com o final que teve. Não tenho nem pista de como vai ser o terceiro. Mas definitivamente instigante o suficiente para me fazer querer continuar. É tão bom ler livros que me façam querer ler a continuação com vontade e não por causa do senso de obrigação de não deixar algo inacabado.

A única coisa que não me convenceu foi quando Aris e Teresa se juntam para trancar o Thomas na saleta. Achei muio forçado para ser mentira. Talvez não tenha sido. Seja lá o que foi de verdade, armação ou não foi idiota. Mas nem tudo é perfeito. NEXT!

19 de agosto de 2015

RESENHA: Especiais - Scott Westerfeld (Feios #3)

Especiais - Scott Westerfeld

Mediano. Ao contrário do nome os Especiais não são tão especiais assim. São arrogantes, ignorantes, mal-educados e com um caso grave de desvio de personalidade que faz com que eles se achem superiores a todo e qualquer outro ser-humano.

Shay é o exemplo máximo desse projeto. Ela é má, não tem consciência, se acha superior até aos próprios companheiros especiais. Tally até uma boa parte do livro me passa a impressão de ser totalmente retardada. Pau-mandado de Shay. O momento todo a chama de 'chefe', o que chega a ser irritante.

Insisti na leitura porque pela sinopse, em algum momento ela iria mudar. Tinha fé em nossa protagonista. Demorou. Só depois da metade do livro é que ela começa a mostrar algum indício de que ainda é aquela menina que tanto deu trabalho nos dois primeiros livros.

A história fica interessante e é salva pela bela analogia que o autor faz com a nossa sociedade atual. A liberdade é perigosa. O mundo futurista de Tally Youngblood vai de ditaduras à comunidades livres em questão de meses. O que a faz questionar se deixar que todos pensem por si mesmos é uma boa decisão. Isso é muito interessante pois a premissa de toda a trilogia é o desejo de alguns de decidir continuar sendo como são e não se padronizarem. 

Apesar do final incrível, a demora em se chegar a algum lugar deixa o livro cansativo. Senti falta de uma explicação acerca de como os enfumaçados conseguiram espalhar a cura com rapidez. Isso poderia ter sido destrinchado ao invés de apenas mencionado. 

Tally no final se torna uma justiceira que luta exatamente contra aquilo que todas as suas cirurgias representam. Achei irônico que ela se preocupe que as cirurgias em excesso e a livre escolha representem um perigo para o futuro da sociedade e ao mesmo tempo não queira retirar os aspectos que a tornam perigosa. Ela acaba se tornando a egocêntrica narcisista de que é acusada de ser por Shay no início.

O quarto livro ao que parece não segue Tally, mas espero que ao menos não se perca.

17 de agosto de 2015

RESENHA: Maze Runner: Correr ou Morrer - James Dashner (Maze Runner #1)


RC 2015 - Um Livro que se tornou um filme

Maze Runner: Correr ou Morrer - James Dashner

Não tenho ideia. Resolvi ler pois queria uma distopia e também pois queria assistir o filme. Fazia tempo que eu terminava um livro e não sabia o que dizer dele. 

Eu me senti confusa durante grande parte do livro, Talvez esse seja o intuito do autor. Isso aliado aos neologismos dos garotos e aos erros grosseiros de tradução aumentaram meu desconforto ao ler.

O fato de eu ter terminado já é um fato positivo já que eu não me importo de abandonar leituras ou de deixá-las por eras no limbo. Apesar de toda a confusão mental que eu tive algo me aguçou a curiosidade. Eu queria entender, desvendar. 

Thomas até é um bom personagem mas se perde um pouco. Teresa não me deu indício nenhum de qualquer coisa, não sei se gosto ou não. Minho me conquistou de cara simplesmente por ser asiático, mas conforme o tempo passava ele crescia no meu conceito. Chuck uma graça, embora irritante em alguns momentos, mas tudo explicável pela idade. Newt e Alby também são personagens interessantes.

Talvez o título tenha me enganado. Eu realmente esperava mais interações com o labirinto e ele acaba se mostrando inútil, desnecessário. Outro fato é a dita 'inteligência superior' dos Clareanos. Poderia ter sido melhor aproveitada, já que a na maior parte do tempo eles pareciam ser adolescentes normais. Os grupos poderiam ter explorado melhor os tipos de inteligência. Do jeito que foi mostrado, eles serem criminosos ou potenciais criminosos faria mais sentido.

Telepatia? Virou X-Men? Não vi o propósito para isso. Talvez nos livros seguintes isso fique aparente. Aliás, do jeito que terminou não tenho vislumbre nenhum de onde isso vai dar. Só espero que parem de falar mértila e plong. Parece coisa de crianças de 8 anos.

15 de agosto de 2015

RESENHA: A Esperança - Suzanne Collins (Jogos Vorazes #3)


RC 2015 - Uma trilogia

A Esperança - Suzanne Collins

(Palavrões). Depois do segundo livro eu realmente não esperava isso. Essa Katniss retratada nesse volume não parece ser a mesma dos outros dois. Não que eu esperasse que ela fosse a salvadora que ia sair atirando flechas e abrindo o caminho. Mas não esperava uma 'heroína' tão letárgica. Até o Peeta que até então não me convencia de nada fez mais nesse livro que ela. 

O pior é que eu terminei a leitura cheia de dúvidas. Depois de tantas cenas desnecessárias que poderiam ser cortadas no início, aquele final corrido e desconexo. Muitas explicações ficaram de fora para o meu gosto.

Não entendi muito bem a recuperação de Peeta. Se ele estava tão danificado e tinha sido alvo de algo que até então não tinha tratamento, como ele conseguiu voltar a ser quem era antes? Teria sido mais compreensível se ele permanecesse com ao menos um pouco de loucura.

Gale me surpreendeu negativamente. Pois além de lavar as mãos e deixar a Katniss sem aviso, ele em nenhum momento fez nada para realmente conquistá-la. Que amor é esse que ele tem que não acha necessário um incentivo? Foi garotão mesmo. Homem de verdade iria atrás de ao menos uma tentativa de reconquistá-la. E partir para o Distrito 2, depois de tudo, não faz sentido.

Finnick. O livro perdeu uma estrela na hora que ele morre. Que Gale ou Peeta tivessem morrido. Não faz sentido. Ele era um ótimo personagem e com uma história incrível. Pelo menos que tivesse sido uma morte mais memorável e heroica. Não gostei. 

Prim. A pequena menina que é salva pela irmã no livro um se torna uma mulher mesmo que com apenas 13 anos. Merecia mais consideração da autora. Outra morte estúpida e que eu não aceito. 

Estou desolada. Mais sem chão do que com o final de Divergente. Preciso de um final feliz. Esse, apesar de filhinhos no fim, não foi um.

11 de agosto de 2015

RESENHA: Em Chamas - Suzanne Collins (Jogos Vorazes #2)

Em Chamas - Suzanne Collins

Corram para as colinas! Não sei como consegui ficar tanto tempo sem spoilers. Li o primeiro a tanto tempo e nunca conseguia trocano skoob por 1 ponto, ou um epub decente. Mas me mantive forte e longe do filme também. Valeu a pena.

Amei. Apesar do início ser um pouco desgastante ele se mostra necessário. É incrível como um livro pode conter tanta ação em tão poucas páginas. Levando em consideração que quase metade dele se passa antes da Arena. A única coisa que eu sabia de antemão era que ela voltava a ser tributo, mas toda a conjuntura foi uma surpresa. 

Eu desconfiava das revoltas por conta de prints das cenas do filme e um outro quote que eu vi pela internet, mas me surpreendi mesmo com a maneira como a ação se desenvolve. Isso é bom. Tanto que passei as últimas 4 horas devorando do 75% que faltavam de leitura. 

Katniss continua fantástica. Peeta continua digno de pena, mesmo provando sua capacidade de convencer uma caravana do deserto a comprar areia. Não sei porque mas ele não e convence. Gale continua arrancando suspiros. Haymich está mais foda que de costume.

Quanto aos outros tributos não teve nenhum em especial que eu torcesse ou que tenha ficado triste com a morte como foi com a Rue no primeiro. Mas gostei da interação que rolou entre eles nos jogos. O cenário ser totalmente diferente do anterior também ajuda. Achei o máximo o esquema do relógio.

Só sei que preciso do filme para ontem enquanto está tudo fresquinho na minha cabeça. Tem algumas partes que fiquei realmente animada e ansiosa para ver como eles fariam. Além das mudanças que teve no primeiro em relação ao livro e como eles vão manter essas mudanças sem cagar o enredo do segundo. Medo define. 

Só senti falta de uma narrativa dos levantes e revoltas enquanto os jogos rolavam. Sei que não cabia dentro da linha de raciocínio do livro, mas se tivesse um conto ou um livro .5 contando como o distrito 12 vem abaixo seria ótimo. Fiquei muito curiosa, principalmente para saber como o Gale conseguiu tirar as famílias dele e da Kat de lá.

Nem preciso dizer que vou caçar o 3 para já, não é... Definitivamente, essa foi uma continuação que conseguiu não só manter o nível do primeiro livro como subiu ele um cadinho. O próximo será lido com vontade e sem medo de desastre.

9 de agosto de 2015

RESENHA: When You're Back - Abbi Glines (Rosemary Beach, #11)

When You're Back - Abbi Glines


Uma pena. O primeiro deles foi tão incrível que esse acabou deixando a desejar. Alguns acontecimentos poderiam ter ficado de fora e outros poderiam ter sido abordados para deixar as coisas mais conexas.

Reese e Mase juntos mas sem ninguém ao lado são ótimos. Mas se adicionarmos mais alguém à cena as coisas perigam. Ou a Reese fica insegura ou o Mase vê o que não existe. O que não deveria existir já que eles já espalham para o mundo que um não existe sem o outro.

Eu honestamente esperava ver mais o pai biológico dela aparecendo. Queria entender o porque de ela ter ficado tanto tempo sem saber da existência dele e o motivo de ele ter levado tanto tempo para ir atrás dela. As coisas teriam ficado menos perdidas caso isso tivesse acontecido.

Caso esse personagem tivesse sido explorado, talvez a presença do Capitão não tivesse parecido tão deslocada e forçada por tantos capítulos. Mas mesmo assim foi bom ver os variados lados dele. Deu para ver que ele vai ser um bom 'mocinho' no livro dele. 

Alguém me explica porque a festa da Lila foi na casa do Rush? Não faz sentido. Por que o Kiro fazer merda significa que o Mase tem que largar tudo para acudir? Nunca fez isso na vida. Não entendo. Nunca foi próximo do pai e de repente é ele que tem que segurar os pepinos? 

Abbi podia ter achado um motivo melhor para tirar o Mase do Texas por uns dias sem a Reese.  Aliás, não precisava nem tirar ele do Texas, era só mandar ela para Chicago e construir um sentido para essa confiança toda que ela tem em um homem que mal conhece... o pai.

O final foi fofo. Mas por eu ser uma romântica incorrigível. Mas não foi o suficiente para arrancar 5 estrelas no skoob. Mas o livro todo foi suficiente para me deixar reticente sobre o resto da série. Não massacre mais meu coração Abbi. Ao menos não tanto assim!

7 de agosto de 2015

RESENHA: When I'm Gone - Abbi Glines (Rosemary Beach, #10)

 When I'm Gone - Abbi Glines


Impossível de largar. Mase conseguiu ser melhor do que eu esperava. Ou seja, Abbi Glines se superou nesse volume. Quando se acha que não dá para explorar nada novo ela vai lá e mostra que estamos errados.

Nesse livro a ação é bem mais centrada no casal e não na comunidade. Mase se vê na ponte aérea para conseguir o que quer. Ele se divide até o final entre suas obrigações como administrador do Rancho e cuidar dessa garota que virou sua vida do avesso.

Reese tem 22 anos e tem um passado que a persegue e por isso é assustada e desconfiada. Apesar disso está tentando viver sua vida e dar a volta por cima. É aí que ela chega a Rosemary beach.

Mase está de passagem para visitar Harlow quando a conhece. Desde o início ele assume uma postura protetora tentando manter distância. Ele percebe que ela tem suas ressalvas e não quer pressioná-la. Sem querer ele descobre sua dificuldade em ler e escrever e decide ajudá-la, mesmo sem poder estar do lado dela o tempo todo.

Gostei de ver o Jimmy como um personagem importante nesse livro. Ele é vizinho de Reese e é quem a ajuda a conseguir trabalho e se torna a única pessoa a conseguir realmente se aproximar dela. Ele não representa uma ameaça. Por isso acaba sendo um grande aliado de Mase nessa empreitada que é mostrar a Reese o quão inteligente, esperta e bonita ela é.

Teve algumas decisões que me deixaram cética como o Jimmy pedir para o Thad dar carona a ela. Com tanta gente naquela praia, por que raios ele iria pedir isso a um dos maiores mulherengos da área? Não faz sentido. 

Nan reaparece. Sendo a vadia de sempre, mas deu pena. Ela enfim se dá conta de quanto o relacionamento dela e de Rush está por um fio. E isso a apavora. Será que é um indício de que ela vai pensar um pouco mais antes de agir? Major faz algumas aparições relâmpago e reafirma sua vontade de dar um trato na irmãzinha do primo. Será que isso significa que ele e Nan vão ter algo? Diz que sim! Se merecem.

Eu favoritei. Mas isso não diminui minha revolta com as últimas páginas. Tava bom demais para ser verdade. Aí eu levo um clichezão na cara. Nem precisa dizer que eu estou maluca para ler a continuação e qualquer outra coisa que ela escreva.

6 de agosto de 2015

RESENHA: Kiro's Emily - Abbi Glines (Rosemary Beach, #9.5)

Kiro's Emily - Abbi Glines


Uma história linda. Porém apenas por ser a explicação para um amor que já era de conhecimento dos leitores da série Rosemary Beach. Caso for uma leitura independente ela não se torna tão adorável. É tudo meio surreal.

Emily tem corpo de deusa e alma de anjo. É assim que Kiro a enxerga. Ele fica obcecado por ela e move mundos para tê-la ao seu lado. Ela é doce, inocente, amável. Kiro é o próprio demônio. É lindo e sabe disso fazendo com que as mulheres façam loucuras para ter uma noite com ele. Menos Emily.

O que mais gostei foi ver como as coisas aconteceram para que os filhos desses rockeiros se tornassem quem vimos até agora. Rush tem dois anos quando aparece e já mostra que vai se tornar o irresistível que é. Mason é uma fofura também, e aprendemos o porque de Harlow e ele serem tão próximos, é tudo trabalho de Emily. 

Talvez se ela não tivesse sofrido o acidente a vida de Nan teria sido diferente. Essa tragédia não tirou apenas a mãe de Harlow, mas a possibilidade de Nan ser amada. Antes eu culpava Kiro por não ter assumido a filha, mas Georgianna não facilitou, mentiu e Kiro aceitou a mentira pois era mais fácil.

A maneira como ele muda seu jeito para ficar com ela é o sonho de toda garota. Ele não perde o jeito mandão nem o aspecto rebelde mas acaba se tornando um bom namorado e marido. Ele a idolatra. Ela realmente o fez ver as coisas de forma diferente. Tudo por ela ter um gosto bom para filmes.

Marquei como favorito pois é doce. É uma história de amor. Mesmo que improvável.

RESENHA: Rock Hard - Olívia Cunning (Sinner's On Tour #2)

Rock Hard - Olívia Cunning


Fantástico. Quem se assustou com o primeiro deve ficar longe desse. É selvagem. Mas também é mais dramático, mais engraçado, mais arrebatador. Não achei que era possível, mas Sed consegue ser mais romântico que Brian.

Sed é todo rude, esbanja virilidade e posa de dominador enlouquecido, pegador. Porém as pessoas somente veem o que ele permite e não o que o torna um ótimo personagem.

Jessica é tudo o que faz outras garotas a odiarem. É linda com seus cabelos em um ruivo Strawberry Blonde, corpo violão e um sex appeal que lhe é natural. Isso juntamente com uma personalidade forte e decidida. Ela não quer um namorado super-protetor, quer um companheiro que a respeite, que a trate como igual e não como uma peça frágil. 

A princípio tudo parece que vai dar errado, que eles vão se odiar ainda mais do que já se odeiam, mas passar tanto tempo juntos acaba surtindo efeito. Tudo obra de Myrna que a contrata como assistente de sua pesquisa, o que faz com que o clima fique tenso desde as primeiras horas. Eu teria fugido.

As cenas de sexo são mais frequentes do que no primeiro livro, mas tem cenários diferentes, ao contrário de Backstage Pass que concentrava quase tudo no quarto do ônibus. Eles gostam de arriscar e isso provoca um dos dramas mais tensos do enredo. O que deu profundidade a trama e evitou que fosse apenas mais um livro de sexo ou que repetisse inteiramente o que acontece no primeiro.

Eu me apaixonei completamente por todos os meninos. A personalidade de cada um é explorada com mais intensidade aqui, o que aguçou minha vontade de saber como será que cada um irá encontrar sua cara-metade ou caras-metade. Aliás, esse é outro ponto que o diferencia dos outros livros do gênero. Não há a certeza de que todos eles encontrarão uma mulher. Pode ser um homem, ou um de cada. 

Honestamente, o enredo traz tanta coisa que o sexo é o menor dos atrativos.

4 de agosto de 2015

RESENHA: Breathe - Abbi Glines (Sea Breeze, #1)

Breathe - Abbi Glines

Um romance adolescente, muito fofo e inocente. Sorri o tempo todo praticamente. Seja algo que um dos personagens falaram ou algo que eles fizeram e lá estava eu achando tudo uma fofura. 

Sadie tem 17 anos e ao contrário dos adolescentes de sua idade ela precisa trabalhar para se sustentar. A mãe está grávida e na reta final já não consegue fazer as tarefas domésticas. Mas não achei que essa é a única razão para ela não ter uma vida social. Ela me pareceu gostar de ficar só.

Jax tinha tudo para ser um protagonista badboy. Começando com o nome e indo pela profissão. Ele tem 19 anos é um cantor de sucesso. Toca guitarra e escreve a maioria de suas músicas.

Eu pensei que seria uma história em que o rockstar seduziria a donzela por esporte e a largaria para então no final perceber que tinha se apaixonado por ela. Mas não foi assim. Ele realmente gosta dela desde o inicio mas luta com o fato de que ao chegar o fim do verão eles precisam de separar.

Não teve antagonista propriamente dito. Marcus é outro jovem que trabalha com Sadie e acaba se apaixonando por ela, mas não dá para ficar tensa achando que ele vai fazer alguma coisa ruim e separá-los. Ele acaba ajudando. Mesmo que ameaçando acabar com Jax caso a machuque. Total Friendzone para esse encantador.

Enfim, uma história gostosa para ler no fim de semana. A cidade praiana ajuda a montar o clima tranquilo e acolhedor que a história transmite. Jax é um amor, e gostei muito do seu irmão Jason, do Marcus e dos outros personagens. Todos novinhos mas umas gracinhas. (Definitivamente sou a tia já....)

3 de agosto de 2015

RESENHA: You Were Mine - Abbi Glines (Rosemary Beach #9)

You Were Mine - Abbi Glines

OH MY GOD! OH MY GOD! OH MY GOOOOOD! É isso. Choquei, tombei, morri, desmaiei, voltei ao pó. Chame do que quiser. Mas Abbi Glines conseguiu fazer com que o casal mais improvável e mais fadado ao fracasso se tornasse o meu preferido. #TeamTrethy.

Sempre gostei do Tripp e queria que ele tivesse um livro extraordinário. Por isso eu tinha medo desse par com a Bethy. Mas ela me surpreendeu. Ela foi a mais adulta das mocinhas da série e isso ajudou muito.

O que achei engraçado é que apesar de esse ser o casal mais velho até agora, ela com 24 e ele com 26, o livro tem bem menos cenas de sexo que os outros. Não que isso seja ruim. Pelo contrário, a história dos dois foi muito mais tensa e problemática que as anteriores. Foi muito mais emocional que física.

Isso se dá pois não é uma história de paixão avassaladora. É um amor adolescente que amadureceu para esse amor adulto, lindo. Eles não tiveram que provar aos demais que era verdadeiro, somente a eles mesmos. Os empecilhos e problemas estavam em suas próprias mentes.

Por um instante achei que a tal da London ia dar uma de Nan e atrapalhar os dois, mas até que ela se comportou bem (dentro do possível para uma riquinha mimada). Não acredito que estou dizendo isso, mas senti falta da Nan. Ela não aparece nesse livro. 

Essa capa: precisamos de uma representação melhor. Tripp parece um garotinho nessa foto e na verdade é um homem de 1,95m de puro músculos. Espero que a Arqueiro nos aprecie com uma capa a altura desse casal. Tem que superar as cataratas que o rapaz das capas do Rush me provocam. Por favor, néam.

Ou seja... lindo, tudo, demais, precisa chegar logo ao Brasil. Amei. 

1 de agosto de 2015

RESENHA: One More Chance - Abbi Glines (Rosemary Beach #8)

One More Chance - Abbi Glines


Incrivelmente incrível. Os primeiros capítulos eu achei que me levariam para mais uma história clichê quando se envolve um casal brigado e a mocinha grávida sem querer que o cara saiba disso. Mas Abbi Glines fez diferente. Logo ele descobre e a história dá um duplo twist carpado no quesito previsibilidade.

Harlow se mostrou uma garota forte, decidida e pé no chão. Ela resolveu que teria o bebê independentemente dos riscos mas não deixou de se preparar para todos os cenários possíveis. Eu realmente achei que ela iria morrer. Obrigada por salvá-la Abbi.

Grant que já era um fofo e um dos meus personagens masculinos preferidos me noucateou com tantas demonstrações de amor sincero e equilibradamente ser dominante e sensível. Ele teve os rompantes que eu odeio de sair agindo como o alfa dono da verdade e fazendo a mocinha parecer frágil³ mas foram só isso, rompantes. Teve momentos em que chorava feito criança, deixando seus sentimentos à mostra. Tanto que dava vontade de pegar no colo, abraçar e dizer que tudo ia ficar bem. 

Apesar da relativa rapidez do relacionamento, todos os maus momentos que eles passaram, os medos, os problemas, as desavenças com outros personagens, eu acreditei no amor que um sentia pelo outro. Harlow continua tendo um ar de menina, mas ela convence no papel de garota que sabe o que quer. Grant cresceu muito. Passou de playboy à um homem de respeito com mérito próprio. Soube escolher as batalhas que poderia enfrentar e ceder quando sabia que era melhor. 

Nan me surpreendeu. Quando ela decide ajudar eu chorei. Derramei rios de lágrimas. Eu chorei silenciosamente em outros momentos, mas a crise de choro que eu tive foi digna das que tenho em livros sobre o holocausto. Ela cresceu no meu conceito. Eu me vi tão apaixonada pelo amor de H&G que queria o final feliz de conto de fadas para eles. 

Kiro que sempre me deixou indiferente me garantiu algumas risadas mesmo em meio a tensão. A maneira como ele vestiu a ideia de pai enlouquecido para salvar a filha foi ótimo. Tragicômico. Mase continua formidável e o Major foi um belo acréscimo à trupe. Eu achei que ele seria perfeito para a Nan, Inclusive esperava que eles tivessem um vislumbre um do outro, mas não houve. E o capítulo dela me deixou com mais vontade de vê-la feliz. Me identifiquei. Será que por fora eu sou tão FDP que nem ela?

Fazia tempo que não ouvia música lendo, mas o fiz com esse livro. Logo no início Since You've Been Gone do Theory Of a Deadman se encaixou perfeitamente no sentimento do Grant e no último capítulo, sem querer, meu random me agraciou com Yes I Will dos BSB, e mais uma vez: perfeito. 

O próximo é do Tripp e da Bethy, mas estou sem pista alguma de como a autora vai aproximá-los. Sei que eles tiveram algo no passado, mas terminou tão mal que me deixou curiosa para ver o que ela vai inventar para isso acontecer.